Amigo leitor, viu o lema da Campanha da Fraternidade deste ano?
“Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro.”
A ironia dessa história é que a promotora dessa campanha é uma das maiores amealhadoras de fortuna do mundo.
Será hipocrisia ou falta de reflexão?
Ou, pior, um sofisma para deixar o rebanho ainda mais acomodado e satisfeito com a exploração que os senhores do mundo lhe impõem?
Que tal para fazer jus ao lema “Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro” extinguir a cobrança de taxas para celebrar batizados, casamentos e missas de sétimo dia?
Se pelo menos essas taxas fossem simbólicas. Mas não!
São caras, exploradoras, capitalistas.
Poderia também a Igreja, para fazer jus ao lema, extinguir a prática do celibato, formadora de padres homossexuais não assumidos ou de pedófilos travestidos de santos.
Vamos, papa, autorize o casamento de seus padres (homens), para que eles procriem e multipliquem herdeiros do ouro acumulado pela Igreja ao longo dos séculos.
É triste, amigo, você ver o discurso dissociado da prática.
O pior é que isso é prática comum entre os homens, ateus e santos.
Quer saber de uma coisa? Louvemos o verdadeiro deus da Igreja e dos homens.
Louvado seja o deus dinheiro!
Laus deo!